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Cantor FavoritoDestaqueSintonia da Tarde

Conheça um pouco mais da história do seu artista preferido!

Sérgio Reis

Foi em um baile de debutantes em Tupiciguara, no Triângulo Mineiro, que Sérgio Reis se deu
conta de que a carreira dele precisava mudar. Corriam os anos 1970 e o então cantor da Jovem
Guarda foi se apresentar na festa. À época, fazia muito sucesso com Coração de papel,
baladinha com backing vocal e letra melosa e romântica sobre sofrimento de amor. Depois de
se apresentar, enquanto estava no camarim, ouviu outra banda tocar Menino da porteira, de
Teddy Vieira e Luís Raimundo. Ao final, o público fez tanto barulho que Reis se impressionou
com a empolgação. Voltou para o hotel e, tarde da noite, ligou para o produtor Tony Campello
para avisar que queria gravar a música. Campello se assustou com um Jovem Guarda querendo
cantar sertanejo.

Sérgio Reis seguiu em frente com a ideia. Foi assim que adentrou um universo no qual se
tornou celebridade. A história é contada em Sérgio Reis: Uma vida, um talento, biografia de
Murilo Carvalho lançada pela editora Tinta Negra. O cantor Sérgio Reis lembra que foi um
caminho natural. O repertório, ele conhecia bem. Ouvia desde pequeno e tocava. Do pai,
ganhou uma violinha que tem até hoje, mas, como não sabia afinar como viola, ia como violão
mesmo. Aprendi a tocar violão na viola, conta. E toquei na violinha como se fosse um violão.
Eu conhecia todo o repertório. Não caí de paraquedas. Só que não sabia que a música Menino
da porteira era tão forte, destaca Sérgio Reis. Sair do rock-bobinho da Jovem Guarda para o
interior dos causos e da viola, ele garante, não foi difícil. Até porque o movimento de Roberto
Carlos e Wanderléa já estava mesmo no fim. Com mais de 60 anos de carreira e 125 discos
lançados, o cantor Sérgio Reis também trabalhou em algumas novelas, como Pantanal, em
1990 e A História de Ana Raio e Zé Trovão, também em 1990, ambas na extinta TV
Manchete.

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